Meu Top 10 – América do Sul (parte II)

Vamos então continuar para os próximos 5 pontos. Antes de arrancar, e porque foi tão difícil fazer uma selecção que cada vez que passo pelas fotos, repenso o top 10, porque cada lugar era mais lindo que o anterior. Claro que a beleza de cada lugar também é potenciada pela companhia. E eu estive em lugares que talvez outra pessoa não lhe visse tanta beleza mas como estive com as pessoas certas, o lugar foi mais que certo. Adiante.


Nº 5:

Carnaval, Rio de Janeiro, Brasil

Nunca me seduziu, o Brasil. Sempre curti muito o carnaval, porque venho de uma cidade onde carnaval é lei. Alcobaça.

Sou fã de música brasileira, de me mascarar e de dançar. Fã do calor, da praia e do chinelo no pé. Então porque razão o Brasil nunca me seduziu? Não faço ideia, mas fui bem estúpida por deixar-me chegar aos 31 para visitar este país. Visitei-o, e bem! Fiz a costa de Sul a Norte, e passei o Carnaval no Rio e em Salvador. Dose dupla de carnaval e Brasil a transbordar. O meu plano 1-mês-1-país, foi por água abaixo no Brasil, onde fiquei 3 meses e só não fiquei mais porque o meu visto expirava. Não há muito a dizer do Rio, aliás, há… mas o melhor é viver o Rio. E depois sobreviver para contar. Tive a sorte de ter por duas semanas a minha irmã e 3 amigas de visita a partilhar isto tudo comigo. E depois fiquei mais 3 semanas pelo Rio e no total 3 meses a absorver cada estado da costa. Minha nossa, como o Brasil é lindo!!! E como o Rio é mesmo uma cidade maravilhosa. Fiz tudo o que se deve fazer no Rio, e ainda assim deixei coisas por fazer. Como dizia a minha amiga Eduarda, passámos uma vida inteira a preparar-nos para o Carnaval no Rio, e não desiludiu. Vixe Maria que loucura. Preparem a carteira porque o Rio é um roubo, nessa altura. Mas para compensar depois viajei em modo de voluntariado para recuperar alguns tostões perdidos. Tudo o que poderia dizer do Rio, não cabia aqui e como isto já está a ficar longo, calo-me e vou para o próximo ponto. Adivinhem onde é? Isso, Brasil!

Tatuagem que fiz no Rio e que tem uma história muito bonita por trás. A minha amiga Lorenza antes de parti, levada pelo maldito cancro, fez-me prometer que a levava para todo o lado nesta viagem, e aqui está. Um momento duro na viagem, estar longe quando alguém parte. Mas estás comigo, miúda. E um dia vou-te levar na viagem que andávamos a planear fazer juntas. Agora vais comigo a todo o lado. Te amo, L.

Nº 4:

Cataratas do Iguaçú, Brasil

Uma das duas maravilhas do mundo que visitei nesta viagem. A outra foi o número 6 desta lista.

Se havia uma coisa que sabia que queria fazer, era sobrevoar as cataratas de helicóptero. O meu cunhado disse-me “Se tiveres de comer atum uma semana, come, que vão valer a pena”. Não disse bem assim com estas palavras, até porque ele é mexicano, mas foi isto que ele quis dizer. E tinha tanta razão!

A sensação de sobrevoar uma força tão poderosa da natureza fez-me sentir minúscula. O barulho das quedas de água era tão forte que se sobrepunha ao barulho do helicóptero. Conseguem imaginar?!

Melhor ainda que a viagem de helicóptero, foi a viagem de barco NAS cataratas. Se a sobrevoar já se sentia a força da água, imaginem em baixo.

Pontos negativos: cheia de turistas por todo o lado, mas o espaço tem estrutura para receber muita gente. E a atracção principal é tão gigantesca, e para qualquer lado onde olhes há cataratas que nunca te sentes rodeado de demasiadas pessoas, mas sim de água.

Incríveis Cataratas! Nota 10! Pachamama, amén!

Nº 3:
Caraíva, Porto Seguro, Brasil

Sobre este lugar não consigo falar muito sem me emocionar. Passei duas semanas a trabalhar e viver num hostel e foram duas semanas de sonho. No post que escrevi sobre “Mulheres”, descreve bem Caraíva e as fotos são bastantes gráficas. Um paraíso. Estão a ver o número 10 (Cabo Polónio)? Juntem-lhe o dobro da beleza, da magia, do calor, de gente maravilhosa e têm Caraíva. O lugar onde o rio se junta ao mar e o pôr do sol é tão lindo como o nascer da lua. Onde há música ao vivo todos os dias, e o forró é rei. Emociono-me a sério a falar deste lugar. E tal como todos os lugares mágicos, a viagem até chegar ao destino final, é difícil, e acredito que seja para desencorajar os fraquinhos. O lugar escolhe-te. E há quem não seja o escolhido para Caraíva. Isso ouve-se muito por lá. “Ah, eu vim para passar o final de semana, e acabei vivendo aqui. Esse lugar me escolheu!”. E se não tivesse já planos, tinha ficado mais tempo. Mas tudo tem um tempo. E acredito que Caraíva está à minha espera, porque eu vou voltar. Me aguardxi, Caraíva! (Para mais uma história sobre a sorte e duendes ler o post de Caraíva).


Nº 2:

-Sobrevivência na Selva, Tena, Equador

-Escalada ao Vulcão Cotopaxi, Equador

Aqui tive de quebrar as regras e fazer um dois em um, tipo promoção. É que não dá para escolher. Volta à carga o Equador. Pais pequenino e que tantas emoções me deu.

Começamos pelo vulcão. Opá, vocês acreditam que eu escalei um vulcão activo a 5800m de altitude, com um glaciar num topo, e depois o desci de bicicleta?

A última erupção (actividade vulcânica, vá) foi em 2015. E só subi até aos 5100m, porque o restante era glaciar e não tinha o equipamento adequado. Mas foi durooooo! Subir uma montanha enquanto está a chover, a nevar e o caraças já não é fácil, imaginem isso a 5000m de altitude. Para quem nunca sentiu o soroche (mal de altitude), digo-vos: não o subestimem! A melhor forma que tenho de descrever como é caminhar, ou fazer algum tipo de esforço em altitude é… como se depois de correrem uma maratona, ainda vos pusessem 3 sacos de cimento às costas, e uma cinta a apertar o peito enquanto sobem uma escada de incendio de um prédio de 10 andares. É mais ou menos isto. Claro que depois de ser muito estúpida e ter ignorado algumas recomendações e subido a pé uma montanha a 4000m de altitude (Cerro de Monserrate, em Bogotá) um dia depois de ter aterrado na Colômbia, proveniente do nível do mar; percebi que a altitude não era para brincadeiras. Nesse dia achei que ficava logo ali. Senti que estava em treinos para o exército. A cada degrau que subia sentia que me saíam os pulmões e o estômago pela boca. Estive muitas vezes a ponto de vomitar. Não recomendo. Tomem os comprimidos e façam aclimatação. Posto isto, a subida ao vulcão não foi tão violenta, porque já estava habituada à altitude e a emoção de estar a subir um vulcão que ninguém sabia se a qualquer momento começava a entrar em actividade, e também porque 3 dias antes tinha havido uma avalanche, e o grupo que o estava a subir teve de voltar para baixo. Toda essa adrenalina ajudou a esquecer a altitude e a concentrar-me só em chegar ao fim e voltar para baixo de bicicleta o mais rápido que pude. Sem palavras!!! Cotopaxi, vi, subi e venci!

Ainda no Equador, houve a experiência da selva. Depois de sobreviver ao vulcão, e a todas actividades radicais que já mencionei noutro ponto anterior, achei que a América do Sul não estaria completa sem uma visita à Amazónia. E selva amazónica podemos encontrar na Colômbia, Brasil, Equador e Peru. E tours à selva por agências de viagens há aos pontapés. O que eu achava que queria era ir à Amazónia, o coração da terra e estar lá uns dias. Mas o que eu sabia que não queria de forma alguma, era ir em grupo com meia dúzia de gringos, num tour feito para gringos que pagam uma nota preta para serem enganados e fazerem de conta que estiveram a ponto de ser comidos por um leão (que nem os há lá). Há tours para todos os gostos, tours luxuosos, onde se dorme numas cabanas todas pipi com todo o tipo de luxo e instalações. Tours para o backpacker, que não tem tanto luxo e talvez até acampe mas não passa da selva secundária (a zona amazónica mais perto da civilização, e sem grande perigo em termos de fauna e flora). E depois há… (….ahhhh desculpem mas tive aqui um pequeno momento de contemplação, dei por mim a olhar para o primeiro grupo de portugueses a falar entre si, desde há muitos meses, são assistentes de bordo da tap e fiquei feita parva a escutar a conversa como se nunca tivesse ouvido esta língua. Bom, adiante); e depois há os tours alternativos de sobrevivência. Depois de alguma pesquisa na internet e de escolher o lugar por onde queria entrar na selva, Tena, uma cidade na fronteira entre o Equador e o Peru, encontrei uma agência pequenina local dirigida por um indígena local, e que viveu numa comunidade quíchua na selva até se dedicar ao turismo. O sobrinho dele seria o nosso guia juntamente com um outro guia. Éramos dois, e tínhamos um guia para cada um.

Depois de nos informar de todos os tours que tinha, disse-lhe “Er… não tem nada mais alternativo, uma verdadeira experiência na selva?”

-“Se quiserem podem fazer sobrevivência na selva por 3 dias, aprendem a caçar, a pescar, fazem acampamento, constroem o que precisarem com matéria prima, e vão até ao interior da Amazónia com dois guias armados cada um com um machete. Mas não há muita gente a querer fazer isto.”

Era mesmo isso! Na noite anterior confesso que dormi pouco, nervosa com o que me esperava. Antes desta viagem, dava um berro se visse uma aranha. Nas primeiras 3 horas pela selva adentro, quase me sentei em cima do escorpião mais venenoso do mundo. As aranhas agora é que têm de ter cuidado comigo. Em 3 dias não matámos nenhum animal, mesmo os mais venenosos que se cruzaram connosco (tarântulas, formigas venenosas, escorpiões…). Nenhum. Ah sim, pescámos! Mas foi por uma questão de sobrevivência; e que almoço tão bom! Pelo sim pelo não, eu tinha levado uma latinha de atum e se a pesca tivesse dependido das minhas habilidades, tínhamos ficado a seco. Eram dois guias, o complemento perfeito um do outro. O Effraín era um indígena quíchua que vivia na comunidade e cresceu na selva, a cada história que contava ficava mais fascinante. Sabia tudo de plantas e de animais. De todas as mezinhas e curativos. A avó ensinou-lhe tudo e ele ensinou-nos a nós. O Effraín ia uns metros à metros e com um machete abria caminho entre a mata super densa e espessa. Na selva não há caminhos, temos de fazer o nosso caminho. E ele adiantava-se uns metros do outro guia, para garantir que não havia animais inesperados. É muito fácil perdermos a noção do tempo na selva. Às vezes a vegetação é tão densa que fica difícil perceber se é de dia ou não. E o calor?! Pfff… a humidade é desesperante. A roupa cola-se ao corpo e só temos vontade de tirar tudo, mas não pode ser, um bocado de pele à mostra e é um chamariz para os mosquitos e insectos. O outro guia era o Jorge, o verdadeiro George of the Jungle. Estudou turismo e botânica e cresceu ali. E o que o Effraín não sabia, o Jorge sabia e vice-versa. Ambos se completavam muito bem. É como se um fosse o Mogli e o outro o MacGyver. E eu achava que não estava preparada para a selva e afinal quem salvou a primeira noite fui eu, depois de muitas tentativas para fazer fogo, tudo estava tão húmido que era impossivel, e o tempo a escassear, a ficar noite cada vez mais depressa e eu sentia-me como o Bear Grylls numa missão de sobrevivência. E depois dos guias gozarem comigo por ter levado lã para a selva, foi a lã que serviu de mecha para fazer fogo e conseguirmos ter comida, calor e luz durante a noite. Montámos acampamento no meio da selva, eles fizeram uns bancos e mesas com meia duzia de paus, eu fiquei parva a olhar, e depois de beber um cházinho com ervas da floresta, e contarmos histórias sobre a selva e sobre a vida, fomos dormir. A selva acorda quando cai a noite. Escuro como breu. Durante o dia parece que não há animais, um silêncio brutal. Quando a noite cai, eles saem todos. Ouvi barulhos toda a noite mas fechei os olhos e dormi. De manhã era outro dia. Foram duas noites e três dias, 4 pessoas, 2 machetes, e muito companheirismo. Nunca quis dar parte fraca mas houve momentos em que me acagacei um bocadinho. Não tanto como quando estava numa mina em Potosi, na Bolívia e houve duas explosões e a terra tremeu toda e eu a 3 metros de profundidade da terra; mas quase. (A da mina não entra para o top 10, nao podem entrar todas, mas tenho registo disso no meu Instagram).

Bom, foi assim a selva. Incrível, lições a cada minuto, mas a lição mais importante foi o respeito que devemos ter pela natureza e como devemos retribuir o que ela nos dá; e estamos a destrui-la cada vez mais.

Esta viagem fez-me ter mais consciência da finitude dos recursos naturais e do poder da terra-mãe. Parece conversa de hippie chalupa mas chalupas somos nós que continuamos a achar que a terra é para ser usada a nosso bel-prazer sem pensar nas consequências para as gerações futuras. Ela dá-nos tudo e nós exploramo-la como escrava. O planeta está a mudar, e não é para melhor. Vi isso com os meus olhos nesta viagem, deflorestação, degelo, alterações climáticas fora de época, crueldade animal, poluição sem igual, consumismo desmedido, a ganância do homem está a dar nisto. E o homem somos nós. Depois desta viagem, mudei alguns hábitos, e quero mantê-los agora ao regressar à vida que deixei em pausa. Essencialmente a consciência de que não estamos sozinhos no mundo e o planeta precisa de mais cuidado. Não quero ser a chalupa que fritou mas se tiver de ser e se for mais feliz, so be it.


Nº 1:

Salar do Uyuni, Bolívia

Mamma mia! Chegámos ao número 1. Não sei se há palavras que cheguem para isto. Vou tentar ser breve e resumir os três dias de emoção que vivi entre o Salar e o Deserto.

Quem faz mochilão na América do Sul, o mais provável é que em algum momento da sua viagem faça o Salar. Fazer o Salar, significa atravessar o Uyuni num tour de 3 ou mais ou menos dias. São 3 dias, num Jeep, com outras 6 pessoas e um guia, que além de motorista é cozinheiro e faz-tudo da viagem e é nele em quem depositamos toda a confiança. Paguei cerca de 70€ por 3 dias, com 3 refeições por dia, transporte e dormida. Pagava o triplo se me pedissem para ver o que vi!!!!

Sabia que ia ser bom, só não sabia que ia ser arrebatador a cada 10 kilometros. São 3 dias enfiados num carro, a percorrer kilometros de paisagens que mudam quando menos esperas. O Salar do Uyuni é uma extensão gigante de terra coberta de sal, que o teu cérebro tem dificuldade em assimilar. O meu só me dizia que era neve. Até que tive de levar a neve à boca e provar que era sal. (No fundo nao precisava nada de fazer isso, fui só porca!). De sal, a deserto, a cactos, a montanhas nevadas, a areia, a neve, a rios e lagoas, pôr do sol, nascer do sol, calor, frio, gelo… tudo! Houve de tudo. Passei as noites mais frias da minha vida, dormi numa casa feita de sal, não tomei banho por três dias… 😒 No último, mergulhámos numa piscina de água quente natural no meio do gelo. Atravessámos geysers, subimos montanhas e saltámos no gelo. Não consigo descrever mais. Vejam vocês. Para mais fotos: aqui.


Opá, nem que seja a última coisa que façam na vida, garanto-vos que com muito juízo e auto-controlo, conseguem arranjar maneira de poupar para isto e não se vai arrepender. Viajem, passeiem, descubram, permitam-se a ultrapassar desafios e a sair da zona de conforto, tirem o rabo do sofá, tomem menos uma cerveja, menos noitadas, menos mensalidade de telefone, menos luxos no dia a dia, e com algum esforço, poupem para uma viagem que vos faça ultrapassar os vossos limites. Não falo de fazer algo assim como fiz porque sei que foi uma loucura e sou uma sortuda por ter conseguido poupar e ter uma vida que mo permitiu, mas nem que seja uma viagem de alguns dias, essa viagem não precisa de necessariamente de implicar uma mudança de país; pode apenas ser uma viagem interior, arriscar em fazer algo que normalmente não se atreveriam, que “não é a vossa praia”, arrisquem mais, ponham-se à prova, e permitam-se viver fora das normas. Coisas maravilhosas acontecem quando arriscamos. Agora já chega senão daqui a nada tou a escrever o prefácio do Gustavo. Isto pode tudo parecer conversa da chacha, ou sou só eu que tou aqui cheiinha de emoções por regressar. Foi tão fácil e tão bom viver sem planos e à minha maneira que voltar à norma vai ser difícil. Mas à norma também não lhe faz mal nenhum se se adaptar um bocadinho ao novo eu. Norma Jean. Pronto, acho que é o jetlag a atacar. Vou aproveitar a minha segunda escala para dormir aqui no aeroporto.

Ah, não sei o que será feito deste blog. Foi feito para esta viagem, e inocentemente no início até pensei que me fosse dedicar seriamente a ele e que poderia ser rentável de alguma maneira. Não há tanta gente a fazer guita com blogs? Mas não. Nem uma publicidadezinha, nem uma marcazinha, nem nada que pagasse uma lata de atum aqui à menina. Se calhar foi porque não me dediquei muito a ele. E porquê? Porque estava mais dedicada a curtir a viagem. E arrependimentos, zero!!!

Como no top 10, não cabem as maravilhas todas que vivi nestes 8 meses, deixo um resumo de mais alguns sítios que não podia deixar de enumerar. (Mas a minha irmã está-se a queixar que lhes estou a gastar a net toda da pen e aqui onde estamos a net é escassa. Porque eu voltei, mas ainda estou de quarentena em isolamento até estar pronta para a civilização). Quem tiver curiosidades ou perguntas, tou disponível para responder.

Thanks to all of you who made this trip the amazing experience it was.

Amigos, estou de volta e disponível para beijos e abraços! Mal posso esperar para vos ver a todos. Aviso já que só trouxe presentes para as crianças e foram gorros de 3€, que nem sei se têm qualidade suficiente para chegar ao inverno. Tá avisado.

Chegada ao aeroporto

Obrigada a todos, até breve.

Um tchin-tchin à vida e ao amor, e a todos vocês que acompanharam esta aventura e me enviaram mensagens positivas ou com comentários invejosos. 😏 fico feliz cada vez que sei que inspirei alguém a pegar na mochila e a fazer o mesmo. Desculpem lá não ter sido mais fiel na escrita recorrente do blog, mas garanto-vos que se me apanharem vou ter muito gosto de vos contar tudo. Ou quase tudo. Que há muita coisa que guardo para mim. Hehe. Tchintchin, Malta!

Naemo. ❤️

Diana.

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